sábado, 11 de julho de 2015

46º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão

      

    Para os que gostam de uma boa musica clássica, acontece até o dia 02/08 o 46° Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão e entre os dias 27/07 a 02/08 será realizada a segunda edição do Festival Coral. O principal destaque este ano é a Orquestra do Festival, formada pelos bolsistas, que apresentará três programas: o primeiro comandado pela regente Sian Edwards (Chefe do Curso de Regência da Royal Academy), nos dias 11/07 (Auditório Claudio Santoro) e 12/07 (Sala São Paulo), tendo como solista convidado o violinista brasileiro Luíz Filíp (Filarmônica de Berlim); o segundo sob a regência de Marin Alsop (Diretora musical e regente titular da Osesp), nos dias 18/07 (Auditório Claudio Santoro) e 19/07 (Sala São Paulo); e o terceiro regido pelo celebrado Eji Oue (Filarmônica da Rádio NDR de Hannover), nos dias 25/07 (Auditório Claudio Santoro) e 26/07 (Sala São Paulo), marcando o encerramento das atividades pedagógicas. Entre outras atrações (confira a programação completa no site http://www.festivalcamposdojordao.org.br/). Mas, mudando um pouco de assunto vale explanar um pouco sobre a musica clássica ou erudita, onde o termo erudito provém do latim ‘eruditus’, significando ‘educado’ ou ‘instruído’. A música elaborada neste estilo desenvolveu-se segundo os moldes da música secular e da liturgia ocidental, em uma escala temporal ampla que vai do século IX até os nossos dias. Suas regras essenciais foram estruturadas entre 1550 e 1900. Esta música engloba várias modalidades, desde as complexas fugas até as operetas, criadas para entreter os ouvintes.
    A expressão ‘música clássica’ passou a ser usada a partir de princípios do século XIX, quando houve a intenção de se transformar a era que inicia com Bach e vai até Beethoven, em um período de ouro. Atualmente este rótulo é aplicado tanto à música clássica, no sentido de produção de alto nível, quanto à erudita no todo. Não é fácil delimitar suas bases, que só começam a serem delineadas após a intervenção de Reicha, em 1826, e de Czerny, em 1848. Abaixo deixo um vídeo – Symphony N° 9 Bethoveen da University of Califórnia Television.





Fonte: InfoEscola
Fonte: secretaria de Estado da Cultura-SP

by Rodrigo Oliveira

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Um ícone do cinema mudo! Charles Chaplin!

   Ficheiro:Charlie Chaplin.jpg
      Oi galera! gostaria de falar um pouco de uma pessoa que foi ícone do cinema mudo, e que alguns de seus filmes, ainda são utilizados até hoje, em faculdades, empresas e varios outros meios.
      Seu nome é  Charles Spencer Chaplin ou Charles Chaplin, ele,  foi um ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. É bastante conhecido pelos seus filmes O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
       Chaplin, Influenciado pelo trabalho dos antecessores - o comediante francês Max Linder, Georges Méliès, D. W. Griffith Luís e Auguste Lumière - e compartilhando o trabalho com Douglas Fairbanks e Mary Pickford, foi influenciado pela mímica, pantomima e o gênero pastelão e influenciou uma enorme equipe de comediantes e cineastas como Federico Fellini, Os Três Patetas, Peter Sellers, Milton Berle, Marcel Marceau, Jacques Tati, Rowan Atkinson, Johnny Depp, Michael Jackson, Harold Lloyd, Buster Keaton e outros diretores e comediantes. É considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos, e um dos "pais do cinema", junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.


     

terça-feira, 16 de julho de 2013

Georges Méliès

Ola Galera!

         Já que falamos dos irmãos Lumière, decidi contar um pouco a história de um ícone importante do cinema, Georges Méliès.
        Seu nome completo era Marie-Georges-Jean-Méliès (8 de dezembro de 1861 à 21 de janeiro de 1938) foi um ilusionista francês de sucesso e um dos precursores do cinema, que usava inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos.
         Méliès, além de ser considerado o "pai dos efeitos especiais", fez mais de 500 filmes e construiu o primeiro estúdio cinematográfico da Europa. Também foi o primeiro cineasta a usar desenhos de produção e storyboards para projetar suas cenas. Era proprietário do Théatre Robert-Houdin em Paris, que havia pertencido ao famoso ilusionista francês Jean-Eugène Robert-Houdin.
         Tudo começou quando o cineasta ganhou um protótipo criado pelo cinematógrafo inglês Robert William Paul e ficou tão entusiasmado com o mesmo, que saía filmando cenas do cotidiano em Paris. Um dia a própria câmara parou de repente, mas as pessoas não paravam de se mexer e quando ele voltou a filmar, a ação feita na filmagem era diferente da ação que ele estava filmando. A esta trucagem ele deu o nome de stop-action; criou várias outras como perspectiva forçada, múltiplas exposições ou filmagens em alta e baixa velocidade.
         Um de seus filmes mais conhecidos foi Le voyage dans la lune (Viagem à lua) de 1902, em que usou técnicas de dupla exposição do filme para obter efeitos especiais inovadores para a época.
          Durante uma década, criando filmes fantasiosos e que divertiam crianças e adultos, Georges Méliès foi considerado o melhor cineasta do mundo. Chaplin o chamou de "o alquimista da luz".
         Méliès estava presente na plateia que assistiu, em 28 de dezembro de 1895, aos Irmãos Lumière fazerem a primeira projeção de um filme na história.

          Espero que tenham gostado. 
                                  Fonte(Wikipedia -Georges Méliès )

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Histórinha da Marvel

Olá Pessoal! Vamos ler uma histórinha?
Eu, em particularmente sou fã dos Hérois Marvel, então gostaria de compartilhar um pouco da história da criação da revista.

    A Marvel foi fundada em 1930 por Martin Goodman, e seu primeiro nome foi Timely Comics, ele era um editor de revista pulp (revista com papel de baixa qualidade), e vendia histórinhas de faroeste, a primeira publicação da Marvel Comics ocorreu em 1939, onde começou a aparecer o Tocha-Humana e o anti-Héroi Naomor, o Príncipe Submarino.
    O primeiro editor de quadrinhos da Marvel, o também roteirista e desenhista Joe Simon, se juntou a quem logo seria considerado uma lenda das HQ, Jack Kirby, para criar o primeiro herói patriota, o Capitão América, em Captain America Comics #1. (Março 1941). Capitão América logo virou um sucesso com uma circulação de quase um milhão. Portanto, nos anos 40 a Timely tornou-se muito conhecida.
     Nos anos 50 a Marvel viveu o tempo das "vacas magras", assim como outras editoras. Com isso Goodman começou a publicar com o nome de Atlas, uma distribuidora de sua propriedade. Que ao invés de inovar seguia as tendencias da epóca. Em 1953 e 1954  a editora tentou reviver sem sucesso os Super-Heróis( Tocha Humana (arte de Syd Shores e Dick Ayers, alternadamente), Namor (quase todas histórias escritas e desenhadas por Bill Everett) e Capitão América (escritor Stan Lee e desenhada John Romita Sr.).
     Mas no final dos anos 50 e inico dos anos 60, o sucesso da Marvel começava a aparecer com o lançamento dos Super-Heróis em quadrinhos (principalmente com a Liga da Justiça), fazendo a Marvel seguir esse caminho.
      As histórias da Marvel distinguiam-se das demais pelo universo em que se desenvolviam ter características mais próximas da realidade, sendo muito mais humanizado e verossímil, além do que seus personagens eram muito mais originais, bem-bolados e diferentes uns dos outros. Os argumentos exploravam a caracterização dos personagens. No caso do Homem-Aranha, ele era um jovem herói com alguma falta de auto-estima e muitos problemas mundanos, semelhantes ao de muitos adolescentes. O Demolidor era cego e enfrentava alguns problemas relacionados à sua deficiência física. Este novo olhar acabou por incentivar uma revolução nas histórias em quadrinhos (banda desenhada) estadunidenses com o passar do tempo. Até mesmo a concorrente DC Comics adotou algumas inovações realizadas pela Marvel em suas histórias, sem entretanto, alcançar seu sucesso. Stan Lee ganhou prestígio e foi durante alguns anos o diretor da empresa.
       A Marvel viveu varíos anos de gloria mais a frente, e anos de crise, mais por agora não entrarei em detalhes.

      Espero que tenham gostado de conhecer um pouco da história da revista que inspira muitas crianças e adultos. 

Fonte(Wikipédia-Marvel Comics)


Apache Kid nº19 (1956)

domingo, 5 de agosto de 2012

George Méliès 1861 - 1938

George Méliès nasceu em 1861 e depois de se tornar um dos mais famosos mágicos ilusionistas da França, dono do famoso teatro “Robert-Houdin”, se tornaria também, o criador do primeiro filme de ficção científica da história, “Viagem à Lua” ('Le Voyage dans la Lune' de 1902), e o inventor de uma técnica de efeitos especiais usada até hoje: o “stop-motion”, a filmagem quadro-a-quadro que dá movimento a objetos inanimados.
A história de Méliès com o cinema começa com os irmãos Auguste e Louis Lumière, quando estes apresentaram o seu “cinematógrafo” à cerca de 30 pessoas em 1895, em Paris. Os irmãos Lumière que acabavam de inventar o cinema sem querer deram uma idéia ao mágico Méliès que viu no cinematógrafo uma boa maneira de mostrar sua arte.
O mágico do cinema descobriu a técnica que o deixaria famoso por acidente. Um dia enquanto filmava um ônibus em movimento a câmera de repente pifou. Ao voltar a filmar, um carro fúnebre aparecera no lugar do ônibus e, ao assistir a filmagem Méliès percebeu que o ônibus “se transformara” em um carro fúnebre.
Até fazer seu filme de maior sucesso, “Viagem à Lua” de 1902, Méliès fez vários outros filmes (ao todo, Méliès filmou cerca de 500 filmes em toda sua vida mais especificamente cerca de 555, de acordo com o IMDb), incluindo o filme “Orquestra de um Homem Só” onde ele mesmo aparece tocando vários instrumentos ao mesmo tempo.


Infelizmente, como a maioria dos grandes gênios naquela época, Méliès morreu sem ter o reconhecimento devido. Apenas cinco anos após lançar seu filme de maior sucesso encontrava-se falido. O Teatro “Robert-Houdin” fechara por ocasião da I Guerra Mundial e seu teatro de variedades (que ele havia criado em 1915) declarou falência em 1923.
Várias de suas obras foram vendidas para fábricas de celulóide e transformadas em sapatos para soldados. O próprio Méliès revoltado com sua situação financeira destruiu parte de seus filmes.
Méliès morreu em 1938. Falido, sem sucesso, sem mágica.

Recentemente revebeu a merecida homenagem, na minha concepção, no filme 'A Invenção de Hugo Cabret' (Hugo Cabret, 2012, Martim Scorsese), onde foi interpretado brilhantemente por Ben Kingley.

Confira aqui alguns dos seus mais famosos filmes: "Le Voyage dans la Lune" (1902), "The Vanishing Lady" (1896), "L'homme a La Tête en Caoutchouc" (1901) e "The Astronomer's Dream" (1898).











Irmãos Lumière

Auguste e Louis Lumière são, por vezes, considerados os pais do cinema, por terem sido os pioneiros na exibição de imagens em movimento.
Os irmãos inventaram o cinematógrafo, e em 28 de dezembro de 1895, na cidade de La Ciotat, localizada no sudeste da França, fizeram a primeira exibição pública de uma imagem em movimento. Filhos de Antoine Lumière, fotógrafo e fabricante de películas fotográficas, os irmãos também eram colaboradores do pai, na fábrica Lumière.
A maioria das produções dos irmãos Lumière consistia em documentários curtos relacionados com a divulgação do próprio equipamento inventado por eles, o cinematógrafo.
O cinematógrafo era, ao mesmo tempo, uma máquina de filmar e um projetor de cinema.  A primeira sala de cinema onde em 1895 os irmãos Lumière fizeram a primeira exibição pública de imagens em movimento chama-se Eden e existe até hoje.


Os irmãos eram engenheiros, e Auguste também gerenciava a fábrica da família. Apesar do sucesso com a divulgação do invento, os irmãos acreditavam que era apenas um instrumento para uso científico que não teria futuro comercial.
Mais tarde, em 1986, os irmãos Lumière promoveram a divulgação do cinematógrafo em Bombaim, Londres e Nova Iorque. Além do cinematógrafo, os irmãos também se dedicaram a outros inventos, como o autochrome ou autocromo, primeiro processo de fotografia colorida, a placa fotográfica seca, a fotografia em relevo e o cinema em relevo.





Gostaram?? Então segue a gente e divulga o Mist. Cult!

Um Pouco de História...

Um pouco de História nunca faz mal à ninguém!! Por isso, meu post será sobre a história do cinema, focado na origem. Nem tanto na origem com Leonardo DaVinci ou Athanasius Kirchner.

Foi no final do século XIX, em 1895, na França, os irmãos Louis e Auguste Lumière inventaram o cinema. Na primeira metade deste século a fotografia já havia sido inventada por Louis-Jacques Daguerre e Joseph Nicéphore Niepce, possibilitando a criação do cinema.

Para se chegar à projeção cinematográfica atual, muitos processos de investigação foram feitos em relação aos fundamentos da ciência óptica. Já vem dos primórdios da humanidade a necessidade de registrar movimentos através de pinturas e desenhos nas paredes.

No século XIX, muitos aparelhos que buscavam estudar o fenômeno da persistência retiniana foram construídos, este fenômeno é o que mantém a imagem em fração de segundos na retina. Joseph-Antoine Plateau foi o primeiro a medir o tempo da persistência retiniana, concluindo que uma ilusão de movimento necessita de uma série de imagens fixas, sucedendo-se pela razão de dez imagens por segundo. Plateau, em 1832, criou o Fenacistoscópio, apresentando várias figuras de uma mesma pessoa em posições diferentes desenhadas em um disco, de forma que ao girá-lo, elas passam a formar um movimento.

Criado pelo francês Charles Émile Reynaud, o Praxinoscópio foi um invento importante para o surgimento do cinema. Este aparelho era um tambor giratório com desenhos colados na sua superfície interior, e no centro deste tambor havia diversos espelhos. Na medida em que girava-se o tambor, no centro, onde ficavam os espelhos, via-se os desenhos se unindo em um movimento harmonioso. Dentre outros inventos, há o Cinetoscópio, inventado por Thomas A. Edison, que consistia em um filme perfurado, projetado em uma tela no interior de uma máquina, na qual só cabia uma pessoa em cada apresentação. A projeção precisava ser vista por uma lente de aumento.

Em 1890, Edison projeta diversos filmes de seu estúdio, aos quais encontra-se “Black Maria”, considerado o primeiro filme da história do cinema. É a partir do aperfeiçoamento do Cinetoscópio, que o Cinematógrafo é criado pelos irmãos Louis e Auguste Lumière, na França, em 1895. O cinematógrafo era ao mesmo tempo filmador, copiador e projetor, e foi considerado o primeiro aparelho realmente qualificado de cinema. Louis Lumière foi o primeiro cineasta a realizar documentários em curta metragem na história do cinema. O primeiro se intitulava “Sortie de L’usine Lumière à Lyon” (Empregados deixando a Fábrica Lumière), e possuia 45 segundos de duração. Neste mesmo ano de 1895, Thomas Edison projeta seu primeiro filme, “Vitascope”.
O americano Edwin S. Porter, apropriou-se dos estilos documentarista dos irmãos Lumière e os de ficção com uso de maquetes, truques ópticos, e efeitos especiais teatrais de Georges Méliès, para produzir “Great Train Robbery” (O grande roubo do trem), em 1903, um modelo de filme de ação, obtendo êxito e contribuindo para que o cinema se popularizasse e entrasse para a indústria cultural.

A invenção do cinema, não cabe a uma única pessoa ou a um povo específico, foi resultado de trabalhos e curiosidade de muita gente em diferentes países. Os filmes desta época eram feitos sobre situações do dia a dia, como o trabalho ou relações familiares, mas começaram a perder a magia das primeiras apresentações.
Em função da grande imaginação de George Méliès, o cinema tomou um novo rumo.

A ideia de George foi transformar os sonhos das pessoas em imagens animadas na grande tela. Desta forma, Méliès foi o primeiro inventor de ficções cinematográficas. Alguns de seus filmes: "Viagem à Luz" (1902) e "Viagem Através do Impossível" (1904).
Em seus filmes, Meliès adorava fazer alguns objectos desaparecerem e depois aparecerem. O cinema começava a dar seus primeiros passos.





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